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sábado, 26 de outubro de 2013

Battlefront - Ilhas Gilbert

No teatro de operações do Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial, a Campanha nas ilhas Gilbert e Marshall, de novembro de 1943 até fevereiro de 1944, foi uma série de operações cruciais feitas pela Marinha dos Estados Unidos e pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos durante a guerra no Pacífico Central. A campanha foi precedida por um ataque à Ilha de Makin pelos Marines americanos em agosto de 1942.1
As bases do Exército Imperial Japonês nas ilhas Gilbert e Marshall marcavam a linha do perímetro das defesas externas que protegiam o Japão. A campanha nas ilhas Marianas começou logo no verão seguinte.
Em 17 de agosto de 1942, 211 fuzileiros americanos do 2º Batalhão de Marine Raider sob o comando do coronel Evans Carlson e do capitão James Roosevelt1 desembarcaram em Makin vindo de dois submarinos, o USS Nautilus e o USS Argonaut. A guarnição japonesa na região tinha entre 83 e 160 na região sob o comando de um oficial certificado. Os Raiders mataram ao menos 83 soldados japoneses, aniquilando aquela guarnição, e destruiu as instalações do inimigo na região ao custo de 21 fuzileiros (a maioria por ataques aéreos) e outros 9 capturados. Os japoneses levaram os prisioneiros para o de Atol de Kwajalein, onde foram decapitados. Um dos objetivos do ataque era confundir os japoneses sob as intensões dos americanos no pacífico mas somente alertou os japoneses da importância estratégica em manter as Ilhas Gilbert e a fortificar as defesas na região.
Após o assalto de Carlson, os japoneses enviaram reforços as Ilhas Gilbert, que estavam desguarnecidas. Em agosto de 1942, Makin foi guarnecida por uma única companhia da 5ª Base das Forças Especiais (700 - 800 homens) e se tornou um local para os hidroaeroplano e para as defesas costeiras do atol no leste. Em julho de 1943, o hidroaeroplano de Makin estava completo e pronto para acomodar os hidroaviãos bombardeiros "Emily" Kawanishi H8K, os caças "Rufe" Nakajima A6M2-N e os aviões de reconhecimento "Jake" Aichi E13A. As defesas da ilha também estavam completas, apesar de não estarem tão fortes quanto a do Atol de Tarawa — a principal base aéro-naval da Marinha Japonesa nas Ilhas Gilbert. Os navios Chitose japoneses e o 653º Corpo Aéreo foi também deslocado para Makin. Enquanto os Japoneses erguiam suas defesas em Gilbert, as forças americanas ja faziam seus planos para retomar as ilhas.
A Batalha de Tarawa ou de Taraua aconteceu durante a Guerra do Pacífico, na Segunda Guerra Mundial, entre 20 e 23 de novembro de 1943. Foi a segunda grande ação ofensiva terrestre dos Estados Unidos na guerra — após a Batalha de Guadalcanal e a subsequente retomada das Ilhas Salomão - e a primeira na região central do teatro do Oceano Pacífico.
Como todas as batalhas travadas entre Japoneses e Norte-Americanos, enfrentaram grande resistência japonesa. Os 4500 japoneses entrincheirados no atol, bem armados e preparados, lutaram praticamente até o último homem, causando mais de 3100 baixas aos americanos, o maior proporcionalmente ao total de soldados envolvidos, de toda a guerra.
"Tinha de haver uma Tarawa, era inevitável que isto ocorresse no momento em que a doutrina não submetida a testes, enfrentasse uma prova de vulto no campo de batalha. Um preço muito alto por uns poucos metros de coral". Mas muitos ensinamentos proveram desta batalha, por exemplo: os rádios, que deixaram de funcionar em Tarawa devido a imersão em água salgada, passaram a ser fabricados à prova de água, melhoraram-se as comunicações navio-navio e navio-embarcações. Os homens-rãs, nasceram realmente em Tarawa; mais tarde, treinados para remoção de obstáculos de praia e reconhecimento de áreas de desembarque, as equipes e demolições submarina, se tornariam parte integrante da técnica anfíbia. Outras doutrinas foram criadas, baseadas neste assalto, principalmente na gestão de suprimentos.

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