Seguidores

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

The Battle of Neretva - A Batalha do Neretva

"Em Janeiro de 1943 o exército Alemão, com receio da invasão dos aliados nos Balkans, lançou uma grande ofensiva contra os Partisans Yugoslávos ao Oeste da Bósnia. O único caminho de fuga para as forças Partisans e milhares de refugiados era uma ponte sobre o rio Neretva. Yul Brynner interpreta o líder Partisan cuja única missão é erradicar todos os nazistas de seu país. A Batalha de Neretva é um tributo aos rebeldes Partisans que lutaram na Segunda Grande Guerra. " 
Resto do Post

domingo, 20 de dezembro de 2015

King and Country - Pelo Rei e pela Pátria

Durante a Primeira Guerra Mundial, um soldado é acusado de deserção. O oficial designado para defendê-lo na corte marcial passa a investigar a situação e descobre que existem muitos fatores obscuros no caso.
Resto do Post

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Crianças em Risco - Familias Alemãs nos Campos Americanos - Children of Internment

Milhares de famílias alemãs foram internadas pelos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. Elas foram levadas de suas casas e escolas, sem o "devido processo" e presas em campos de detenção em todo os Estados Unidos e América Latina. "As crianças de Internação 'conta uma história fascinante usando entrevistas ao vivo com os que foram internados, fotografias de família e imagens históricas. Revela os problemas que enfrentamos hoje a respeito do medo e do ódio de imigrantes que estão conosco há muito tempo. Privados da liberdade, sem processo legal e habeas corpus de direitos, com a desculpa de que isso é vital para a segurança nacional, eram um problema, e continuam a ser um problema hoje.
Resto do Post

Queen and Country - Rainha e País

Sinopse:
No período da Segunda Guerra Mundial, Bill Rohan (Caleb Landry Jones) tem dezoito anos e um futuro pela frente. Seu sonho é se alistar no exército para lutar na guerra. Assim que inicia um romance com uma bela moça da vizinhança, é obrigado a se separar dela para realizar um treinamento de dois anos numa missão militar na Coréia. Lá,Bill faz amizade com Percy (Callum Turner) com quem irá conspirar contra o insuportável sargento Bradley. Em momentos raros, eles conseguem escapar e se distrair dos horrores da guerra e numa destas saídas Bill conhece uma moça inacessível por quem se apaixona.
Resto do Post

The Hidden Child - A Criança Escondida

Os pais da escritora Erica Falcks são mortos em um violento acidente de carro. Poucos meses depois, um homem aparece na casa de Erica dizendo que são filhos da mesma mãe, e que ele é seu meio-irmão. Erica não acredita e pede para ele sair. Quando ele é encontrado morto alguns dias depois, ela começa mexer nos pertences da mãe. Logo ela descobre que a mãe guardava segredos obscuros no passado, segredos que alguém ou algumas pessoas estão tentando muito esconder. Enquanto investiga o caso, Erica é envolvida em uma teia de mentiras e morte.
Resto do Post

Maximilian Kolbe

Sinopse: Julho de 1941. Maximiliano Kolbe é um sacerdote católico polonês preso no campo de concentração nazista de Auschwitz. Ele dá a sua vida por outro prisioneiro, um homem de família inocente condenado à morte por inanição em represália por uma fuga. O filme conta a história através dos olhos de Kolbe, que fugindo do campo, levou à punição dos nazistas, sacrificando sua vida que terminou o monge franciscano. O Papa Paulo VI beatificou Kolbe em 1971 e em 1982, João Paulo II canonizou-o como São Maximiliano Kolbe.
Resto do Post

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Nos Campos do Holocausto - Lola Anglister

Com realização da Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série.

“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.

Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 07 - Lola Anglister
Resto do Post

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Nos Campos do Holocausto - Rita Braun

Com realização da Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série.

“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.

Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 06 - Rita Braun 
Download Membros
Resto do Post

Nos Campos do Holocausto - Miriam Brik

Com realização da Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série.

“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.

Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 05 - Miriam Brik
Resto do Post

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Nos Campos do Holocausto - Kiwa Kozuchowicz

Com realização da Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série.

“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.

Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 04 - Kiwa Kozuchowicz
Download Membros
Resto do Post

Nos Campos do Holocausto - Ernesto Strauss

Com realização da Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série.

“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.

Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 03 - Ernesto Strauss
Resto do Post

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Nos Campos do Holocausto - Hana Jurika

Com realização da Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série.

“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.

Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 02 - Hana Jurika
Download Membros
Resto do Post

Nos Campos do Holocausto - Michel Dymetman

Com realização da Medialand, “Nos Campos do Holocausto” é um programa produzido para marcar os 70 anos de fim da segunda guerra. “Não dá para dizer que é uma comemoração, já que não há nada a comemorar. Criamos a série para relembrar que já faz – e só faz – 7 décadas que o mundo conviveu lado a lado com o pior do ser humano. E também é um registro histórico das vítimas que ainda estão vivas, permitindo que elas contem tudo o que passaram”, explica Beto Ribeiro, criador, roteirista e produtor executivo da série.

“Nos Campos do Holocausto” não tem a intenção imediata em explicar academicamente a segunda guerra, mas acaba ajudando a entender como foi a dinâmica entre os Aliados e o Eixo do Mal, liderado pela Alemanha. “Com a série, a gente percebe que é possível entender toda a segunda guerra através de cada relato, mesmo sendo extremamente pessoal e único. Afinal, todas as vítimas do Holocausto viviam o mesmo terror, e acabavam sendo direcionadas para uma mesma trajetória: a do extermínio pela intolerância racial e religiosa”, afirma Carla Albuquerque, produtora executiva e diretora geral da Medialand.

Cada episódio traz um novo sobrevivente relembrando suas três vidas: antes, durante e depois do Holocausto. “Muita gente acha que só existiram campos de concentração”, explica Beto. “Por isso, para esta primeira temporada, nos preocupamos em gravar com diferentes personagens que mostrem que a forma de sobrevivência mudava de acordo com o lugar onde os prisioneiros estavam. Temos sobreviventes de guetos, campos de concentração, campos de extermínio, judeus que viveram escondidos de casa em casa ou até no meio da floresta, esperando o fim da guerra”. “Também mostramos objetos pessoais que alguns sobreviventes conseguiram trazer da Europa, como pijamas, estrelas de David, fotos da família que muitos nunca mais viram”, revela Carla.
Episódio 01 -  Michel Dymetman
Resto do Post

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

CNN - Cold War - Guerra Fria - Epis. 10 ao 23

A CNN produziu esta série premiada que examina as cinco décadas de história e a cristalização de um esforço maciço de três anos liderado pelo produtor executivo Jeremy Isaacs (The World at War). Sua equipe de produção produziu mais de 1.000 horas de filmagens originais e rastreou 1.500 horas de materiais e filmes de arquivo, incluindo arquivos históricos importantes - e muitas vezes emocionalmente impressionante - imagens, muitos nunca vistas antes por telespectadores internacionais. A equipe viajou para 31 países e realizou mais de 500 entrevistas, muitas com os principais intervenientes da época, que raramente aparecem diante das câmeras. Idealizado pelo fundador da CNN Ted Turner, este extraordinário documentário de 24 episódios emerge como um registro audiovisual definitivo desta época tumultuada da história mundial.
Episódios 10 ao 23:
Resto do Post

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Breakout - O Último Delator

Sinopse: Em um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, um grupo de soldados britânicos, tem seu plano de fuga frustrado por um delator misterioso infiltrado entre eles.
Resto do Post

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

THC - Patton 360 - Epis. 07 - Liderando o Ataque

Em 1º de agosto, o 3º exército de Patton finalmente entra em ação. As forças blindadas de Patton atravessam o Leste da França a toda a velocidade, se movendo mais rápido, tomam mais territórios e matam mais inimigos do que qualquer outro exército na história.
No cerco de Falaise, Patton fica às portas de uma vitória absoluta quando seus superiores o mandam parar um pouco antes de pegar o Exército alemão. Mas Patton em breve voltar em tempo recorde do percurso no leste da França. O 3º Exército Americano chegou aos arredores de Paris antes de 23 de agosto. Mas Patton é negado a glória de libertar a cidade, uma vez que os aliados decidem que serão as forças da França Livre as primeiras a entrar na cidade. Em Troyes, do outro lado do Sena, os homens de Patton estão envolvidos em brigas de rua e no final de agosto estão a aproximadamente 96 quilômetros da fronteira com a Alemanha.
Resto do Post

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails