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sábado, 28 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Enganar o Inimigo

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio - Enganar o Inimigo
Exemplos usados: Batalha da Normandia, Dia-D, Segunda Guerra Mundial, Guerra do Golfo, Invasão do Iraque, Guerra do Iraque.
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sexta-feira, 27 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Assalto Aéreo

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio - Assalto Aéreo
Exemplos Usados: Batalha de Creta, Unternehmen Merkur, Segunda Guerra Mundial e Operação Junction City, Guerra do Vietnã.
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quinta-feira, 26 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Blitzkrieg

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio Blitzkrieg
Exemplos Usados: Campanha da Blitzkrieg da Alemanha Nazista - Batalha da França - Segunda Guerra Mundial - Operação Tempestade no Deserto - Invasão do Iraque - Operação Iraque Livre.
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terça-feira, 24 de março de 2015

Batalhas Cruciais - Guerra do Vietnã

Ocorreu entre os anos de 1959 e 1975 e é considerado o mais violento conflito da
segunda metade do século XX.
Laos, Vietnã e Camboja faziam parte de uma região conhecida como Indochina. Estavam sobre o domínio francês e queriam a independência.
Para entender melhor o conflito é preciso saber que durante a Segunda Guerra, o Japão invadiu e dominou esta região. Com o objetivo de combater os orientais japoneses, os vietnamitas, liderados por Ho Chi Minh (líder revolucionário), se reuniram e formaram a Liga Revolucionária para a Independência do Vietnã (ligada ao partido comunista).
Os primeiros conflitos ocorreram em 1941, ainda durante a Segunda Grande Guerra.
Quando esta terminou, começou o processo de descolonização, que originou uma luta entre tropas francesas e guerrilheiros do Viet Minh (Liga para a Independência do Vietnã).
Derrotados, os franceses tiveram que aceitar a independência.
Em 1954, a Conferência de Genebra (convocada para negociar a paz) reconheceu a Independência do Camboja, Laos e Vietnã.
Outra medida tomada estabeleceu que o Vietnã ficaria dividido em:
- Vietnã do Norte: socialista governado por Ho Chin Minh
- Vietnã do Sul: capitalista governado por Ngo Dinh-Diem
Essa divisão estaria valendo até as eleições para unificação do país, em 1956.
Em 1955, Ngo Diem liderou um golpe militar tornando-se ditador. Diem cancelou as eleições, proclamou a Independência do Sul, brigou com os budistas, perseguiu nacionalistas e comunistas e seu governo foi marcado pela corrupção. Os americanos o apoiaram, porque estavam convencidos de que os nacionalistas e comunistas de Ho Chi Minh ganhariam as eleições e isso não era bom; pois se os comunistas ganhassem, acabariam influenciando outras nações a segui-los (“Teoria de Dominó”).
Os EUA passaram a colaborar com o Vietnã do Sul enviando armas, dinheiro e conselheiros militares.
Tudo isso fez com que surgissem os movimentos de oposição: Frente Nacional de Libertação (apoiados pelo Vietnã do Norte) juntamente com o seu exército Vietcong.
Apoiados pelos americanos e suas armas poderosas os sul-vietnamitas atacaram por 10 anos o norte.
Porém, depois que algumas embarcações americanas foram bombardeadas no Golfo de Tonquim, o presidente Lindon B. Johnson ordenou bombardeios de represália contra o Vietnã do Norte. Esse fato marcou a entrada dos EUA na guerra (1965).
Em 1968, as tropas do norte e os vietcongs fizeram a chamada Ofensiva do Tet, ocupando inclusive a embaixada americana em Saigon. Isso fez com que os americanos sofressem sérias derrotas.
A guerra continuava e os americanos não estavam muito felizes. Várias manifestações foram realizadas contra a participação dos EUA na guerra.
Em 1972, durante o governo do presidente Nixon, os EUA bombardearam a região de Laos e Camboja utilizando, inclusive, armas químicas, mas não adiantou, pois os guerrilheiros continuavam lutando.
Eles (guerrilheiros) se saíram melhor, principalmente pelas vantagens geográficas, já que conheciam bem a região.
Os americanos se retiraram do conflito em 1973; porém, a guerra só foi encerrada de fato em 30/04/1975, pois ainda havia alguns conflitos contra o norte.
Em 1976, o Vietnã se reunificou e passou a se chamar República Socialista do Vietnã.
A Guerra do Vietnã, como já foi dito no início deste texto, é considerado um dos conflitos mais violentos do século XX.
Durante todo o desenrolar da guerra, os meios de comunicação do mundo inteiro divulgaram a violência e intensidade do conflito, além de falarem sobre o mau desempenho dos americanos, que investiram bilhões. Foi nesta guerra que os helicópteros foram usados pela primeira vez.
Como em toda guerra, não existem vencedores, somente vítimas. Calcula-se que milhões de pessoas (civis e militares) morreram.
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Batalhas Cruciais - Guerra Fria - Guerra da Coréia

A Guerra da Coréia é fruto da disputa velada entre os Estados Unidos e a ex-URSS, antigos aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Ao final desta, em 1945, estes países dividiram a Coréia em duas zonas de influência, com o sul ocupado pelos norte-americanos e o norte dominado pela União Soviética. Ambas são divididas pelo Paralelo 38º, firmado como marco divisor na Conferência de Potsdam. Em 1947, na tentativa de unificar a Coréia, a Organização das Nações Unidas – ONU - cria um grupo não autorizado pela URSS, para pretensamente ordenar a nação através da realização de eleições em todo o país. Esta iniciativa não tem êxito e, no dia 09 de setembro de 1948, a zona soviética anuncia sua independência como República Democrática Popular da Coréia, mais conhecida como Coréia do Norte. A partir de então, a região é dividida em dois países diferentes - o norte socialista, apoiado pelos soviéticos; e o sul, reconhecido e patrocinado pelos EUA.
Os governos norte-americano e soviético continuam a reivindicar o controle total do território coreano. A região fronteiriça entre as duas Coréias torna-se um ponto explosivo e delicado, de pura tensão. Começa a luta doutrinária, as propagandas ideológicas viajam de um ponto a outro dos dois países. Até que, no dia 25 de junho de 1950, alegando uma suposta transgressão do Paralelo 38º, o exército da Coréia do Norte invade o Sul, dominando sua capital, Seul, em 03 de julho. A ONU não aceita esse ataque e manda suas tropas, lideradas pelo general americano Douglas MacArthur, para expulsar os socialistas, que pretendem unificar o país sob a bandeira do Comunismo. A URSS não intervém diretamente, apenas cede auxílio militar. Mas, neste momento, inicia-se o confronto entre as duas potências por um espaço de amplas vantagens comerciais e territoriais, mesmo com o risco de deflagrar uma terceira guerra mundial.
No mês de setembro, as forças das Nações Unidas tentam resgatar o litoral da região oeste, sob o domínio dos norte-coreanos, atingindo sem muitas dificuldades Inchon, próximo a Seul, onde se desenrola uma das principais batalhas, e depois de poucas horas elas ingressam na cidade invadida, com cerca de cento e quarenta mil soldados, contra setenta mil soldados da Coréia do Norte. O resultado é inevitável, vencem as forças sob o comando dos EUA. Com o domínio do Sul, as tropas multinacionais seguem o exemplo dos norte-coreanos e também transgridem o Paralelo 38º. Seguem então na direção da Coréia do Norte, entrando logo depois em sua capital, Pyongyang, ameaçando a fronteira chinesa ao acuar os norte-coreanos no Rio Yalu, sede de intensa batalha.
O governo chinês, ao se sentir em perigo, envia trezentos mil homens em socorro da Coréia do Norte, entrando assim na Guerra e colocando em risco a paz mundial. As tropas chinesas forçam o General MacArthur a recuar e, em 04 de janeiro de 1951, conquistam Seul, dominando o Sul. Logo depois, entre fevereiro e março, um novo avanço dos norte-americanos expulsa as forças chinesas e norte-coreanas e as obriga a retornar ao Paralelo 38º. A partir daí os jogos de forças permanecem estáveis, equilibrados, prolongando esta guerra por mais dois anos, com muitas mortes de lado a lado. Ao longo de quase três anos, uma sangrenta batalha entre irmãos mancha a história de uma das culturas mais célebres da Ásia. A paz é assinada finalmente em 27 de julho de 1953, através do Armistício de Panmunjon. A fronteira estabelecida em 1948 é mantida, e é criada uma região desmilitarizada entre as duas Coréias, mas até hoje não se chegou a uma resolução decisiva neste território, e a tensão permanece, com ameaças constantes pairando no ar. Apesar do final da Guerra Fria entre os EUA e a URSS, hoje extinta, a pressão ideológica persiste, mais preocupada atualmente em encontrar pretextos para intervenções em corridas armamentistas nucleares, uma vez que a Coréia do Norte está continuamente se gabando de ter o domínio de elevadas tecnologias na esfera militar.
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Batalhas Cruciais - Pearl Harbor

O Ataque Japonês à Pearl Harbor foi uma operação surpresa do exército japonês que deixou as tropas estadunidenses inoperantes no Pacífico. O ataque resultou ainda na entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
O Japão constituía o império chamado de nipônico, governado por um autoritário imperador, o qual não possuía boas relações com os Estados Unidos. Estes, não entraram na guerra desde o início do conflito em 1939, a participação dos Estados Unidos era indireta. Mas enquanto isso, preparavam seus exércitos e armamentos em suas bases localizadas em pontos estratégicos do planeta.
A base estadunidense de Pearl Harbor, localizada no Oceano Pacífico, era um importante ponto para a estratégia militar dos Estados Unidos e do que viria a ser mais tarde os Aliados. No correr do processo de expansão do Japão pelos territórios da Ásia, seria um grande problema caso os Estados Unidos entrassem na guerra e passassem a combater os japoneses. A ocorrência de tal situação atrasaria ou mesmo impossibilitaria os planos do Império Nipônico. Deste modo, o exército japonês, sob o comando de Nagumo, elaborou um ataque surpresa à base estadunidense visando neutralizar a ação do exército e da marinha dos Estados Unidos no Oceano Pacífico.
Na manhã do dia 7 de dezembro de 1941, a Marinha Imperial Japonesa atacou a ilha no Havaí onde estavam muitos militares estadunidenses. Naquela manhã, os aviões dos japoneses passaram pelo radar, que havia sido instalado no dia anterior, confundidos com aviões do exército dos Estados Unidos. Alguns aviões estadunidenses foram abatidos no caminho pelos japoneses, que conseguiram alcançar o coração da base para o grande ataque.
Eram 353 aviões japoneses e mais cinco submarinos. Os aviões atacaram em duas vagas, a primeira, formada por 186 torpedeiros-bombardeiros vulneráveis, aproveitou a surpresa do ataque para bombardear os navios no porto; já a segunda vaga, formada por 168 aviões, atacou a base aérea naval e marinha no centro de Pearl Harbor.
Os estadunidenses não poderiam prever o ataque, ficando então vulneráveis na defesa. A oposição ocorreu apenas em fogo antiaéreo naval no decorrer da investida japonesa. O saldo do ataque foi cruel para os Estados Unidos, 11 navios e 188 aviões foram destruídos, deixando 2403 militares e 68 civis mortos. Além disso, mais 159 aviões ficaram seriamente danificados e 1178 pessoas feridas. Oficiais e líderes de vôo tentaram convencer o chefe da operação japonesa, Nagumo, a continuar o ataque e destruir os depósitos de combustíveis, fábricas e docas secas, mas ele resolveu retirar o ataque por causa de conjunto de fatores: a defesa tinha melhorado, uma terceira vaga teria que ser preparada, os pilotos não estavam treinados, o combustível não era suficiente, um novo ataque seria muito tarde, a segunda vaga tinha completado a missão e era preciso garantir os porta-aviões japoneses para ataques planejados na Ásia.
O saldo para o Japão foi de 29 aviões abatidos, 74 danificados e os cinco submarinos perdidos.
O Ataque Japonês determinou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial e deu início à Guerra no Pacífico. Em 1941, os Estados Unidos declararam guerra ao Japão e, logo em seguida, a Alemanha declarou guerra aos Estados Unidos. Assim, os Estados Unidos intensificaram suas ações militares e desenvolveram uma economia de guerra no país. Como no dia do ataque os porta-aviões da frota do Pacífico não estavam no porto, ficaram ilesos, assim como o depósito de combustível e as oficinas de reparo que foram poupadas. Isso permitiu que a marinha tivesse sua frota recuperada em um ano.

O Ataque Japonês à Pearl Harbor causaria danos muito maiores para os Estados Unidos caso os depósitos de combustível fossem destruídos, mas mesmo assim a operação foi de êxito para os japoneses, que deixaram os estadunidenses incapazes de ações militares no Pacífico pelos seis meses seguintes. Desta forma, o Japão avançou no sudoeste asiático e no sudoeste do Pacífico, até o Oceano Índico.
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segunda-feira, 23 de março de 2015

Batalhas Cruciais: Prova Final no Oriente Médio

De 1948 a 1973, os árabes e israelenses entraram em guerra cinco vezes por disputas territoriais na Palestina. O confronto no Oriente Médio é um dos mais longos conflitos da história do mundo.
 A Guerra do Suez, também conhecida como Segunda Guerra Israelo-Árabe ou Crise de Suez, teve início em 29 de outubro de 1956, quando Israel, com o apoio da França e Reino Unido, que utilizavam o canal para ter acesso ao comércio oriental, declarou guerra ao Egito. O presidente do Egito, Gamal Abdel Nasser havia nacionalizado o canal de Suez, cujo controle ainda pertencia à Inglaterra. Em consequência, o porto israelense de Eilat ficaria bloqueado, assim como o acesso de Israel ao mar Vermelho, através do estreito de Tiran, no golfo de Aqaba.
 A Guerra dos Seis Dias foi um conflito armado que opôs Israel a uma frente de países árabes - Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.
O crescimento das tensões entre os países árabes e Israel, em meados de 1967, levou ambos os lados a mobilizarem as suas tropas. A Força Aérea Israelense lançou um ataque preventivo e arrasador à força aérea egípcia que ameaçava atacar Israel.O plano traçado pelo Estado-Maior de Israel, chefiado pelo general Moshe Dayan (1915-1981), começou a ser posto em prática às 7h e 45min da manhã do dia 5 de junho de 1967, quando caças israelenses atacaram nove aeroportos militares, aniquilando a força aérea egípcia antes que esta saísse do chão e causando danos às pistas de aterragem, inclusive com bombas de efeito retardado para dificultar as reparações. Ao mesmo tempo, forças blindadas de Israel investiam contra a Faixa de Gaza, o sul da Síria, as Colinas de Golã e o norte do Sinai. A Jordânia abriu fogo em Jerusalém, e a Síria interveio no conflito depois de ser atacada.
No terceiro dia de luta, todo o Sinai já estava sob o controle de Israel. Nas 72 horas seguintes, Israel impôs sua superioridade militar, ocupando também a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém e as Colinas de Golã, na Síria.
Como resultado da guerra, aumentou o número de refugiados palestinos na Jordânia e no Egito. Síria e Egito estreitaram ainda mais as relações com a URSS, aproveitando também para renovarem seu arsenal de blindados e aviões, além de conseguirem a instalação de novos mísseis, mais perto do Canal de Suez.
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Batalhas Cruciais: Tempestade no Deserto

Operação Tempestade no Deserto

Em 25 de janeiro, as forças aliadas que haviam estabelecido a supremacia aérea, bombardeando as forças iraquianas que não podiam abrigar-se nos desertos do sul do Iraque. As forças da ONU, sob as ordens do comandante-em-chefe, general Norman Schwarzkopf, desencadearam a denominada "Operação Tempestade no Deserto" (nome por que ficou conhecida), que durou de 25 a 28 de fevereiro, na qual as forças iraquianas sofreram fragorosa derrota. No final da operação, o Kuwait foi libertado.
Até 24 de fevereiro os aliados bombardearam com alta tecnologia alvos militares no Kuwait e em seguida no Iraque, até 2 de março, lançaram uma operação terrestre com um exército composto por meio milhão de soldados, chefiado pelos Estados Unidos, que resultou na reconquista do Kuwait e na entrada no Iraque. A guerra em terra foi denominada por Hussein de "mãe de todas as batalhas".

Em poucas semanas as defesas aéreas iraquianas estavam destruídas, bem como grande parte das redes de comunicações, dos edifícios públicos, dos depósitos de armamento e das refinarias de petróleo. Em 27 de fevereiro, a maior parte da Guarda Republicana de elite do Iraque fora destruída. Em 28 de fevereiro, o presidente norte-americano, George H. W. Bush, declarou o cessar-fogo.

Em abril o Iraque aceitou o cessar-fogo, porém sofreu duras sanções econômicas por não entregar seu armamento químico e biológico. A independência do Kuwait fora restaurada, mas o embargo econômico 
das Nações Unidas ao Iraque tornou-se ainda mais severo.

Armamentos, equipamentos e estratégias

 Pelo lado Aliado, a guerra contou com importante equipamento eletrônico , principalmente os caças F-117, bombas guiadas a laser e mísseis teleguiados. O sistema de defesa iraquiano, que incluía armas químicas e biológicas, e foi planejadamente destruído por mísseis ar-terra. O Iraque não usou, como ameaçara, o gás de combate. Os mísseis SCUD que mandara lançar sobre Israel também falharam o seu intento de fazer com que este país entrasse no conflito, por forma a reunir o apoio das nações árabes. A superioridade tecnológica do Ocidente era avassaladora. Saddam estava isolado e em pouco tempo foi derrotado.
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sábado, 21 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - Bases dos U-Boats


Para criar um refúgio seguro no porto para seus letais submarinos U-boat, os nazistas construíram bunkers 
especiais, de concreto impenetrável. Com estruturas imensas demais para serem escondidas, eles foram construídos 
para resistir a ataques diretos até das maiores bombas Aliadas. Os bunkers eram tão grandes e fortes que 
sobreviveram até hoje, um testemunho de sua engenharia.

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quinta-feira, 19 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - Bases dos Foguetes V2

Bases dos Foguetes V2 - O primeiro foguete  projetado e construído pelos nazistas em uma rede dos principais laboratórios de pesquisa secretas, silos subterrâneos e bases de lançamento com a ultima tecnologia na época. Esta é a história de como o cientista Werner von Braun anunciou o nascimento de mísseis balísticos e lançou as bases tecnológicas para a corrida espacial.
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quarta-feira, 18 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - As SS de Himmler

Com o crescimento do poder de Hitler na Alemanha nazista, também cresce o poder da Schutzstaffel, ou da SS. A SS tem um início humilde nos anos 1920, como guarda pessoal do Führer. Mas sob a liderança de Heinrich Himmler, ela projetou a visão de Hitler para uma nova Alemanha e uma raça ariana pura. No começo da guerra, ela tem poder na política, na polícia e na segurança, e é responsável pela criação de campos de concentração que se tornariam os locais das piores atrocidades que o mundo já viu. Seu poder, sua influência e o terror se espalham com a criação de uma ala militar, a Waffen-SS. Ao final da guerra, a SS tinha crescido para ser uma máquina que controla todos os aspectos do Terceiro Reich e brutalmente descarta qualquer oposição a Hitler.

sábado, 14 de março de 2015

Hasselhoff e o Muro de Berlin

David Hasselhoff, mais conhecido por seus papeis em “O Justiceiro” e “SOS Malibu”, lançou uma música chamada “Looking for Freedom” no mesmo ano da queda do Muro de Berlim. A canção chegou ao primeiro lugar das paradas musicais da Alemanha, e ele fez uma apresentação em cima do Muro de Berlim para um milhão de pessoas durante a maior festa de Ano Novo que a Alemanha já viu. Vinte e cinco anos depois, David visita novamente a agora reunificada capital da Alemanha investigando o que sobrou do Muro, e explora o que ele significou no contexto da Guerra Fria como uma cicatriz no coração da Europa, dividindo o Comunismo no Leste e a democracia no Oeste. Em sua jornada, ele encontra pessoas extraordinárias que sonharam com a liberdade e arriscaram suas vidas tentando superar o temido Muro de Berlim.
 

terça-feira, 10 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - Toca do Lobo a Cidade de Concreto

Episódio 2 - Toca do Lobo a Cidade de Concreto
Enquanto os países europeus caem como peças de dominós para os conquistadores exércitos alemães, Hitler fica convencido de sua genialidade militar. Ele planeja invadir a Rússia e ordena a construção de um imenso e altamente protegido complexo de bunkers e prédios de comando chamado Wolf’s Lair ou Toca do Lobo. Mas quando ele se isola em sua cidade de concreto, a guerra começa a fugir de seu controle, e surge uma conspiração para fazer da base secreta seu túmulo.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - Os Super Navios de Hitler

Episódio 1 - Os Super Navios de Hitler
A Alemanha está em ascensão e Hitler tem novos planos para dominar o mundo. Ele vê os navios de guerra como o maior símbolo de status para seu novo Terceiro Reich, e ordena a construção de duas embarcações que sejam maiores, mais poderosas e mais repletas de armas do que qualquer outra coisa que esteja no mar, os couraçados Bismarck e Tirpitz. Mas os britânicos não vão parar por nada até que as novas armas de Hitler sejam destruídas.

Asas da Luftwaffe - Messerschmitt 321 Giant

Episódio - Messerschmitt 321 Giant
O Messerschmitt ME 323 Gigante é um avião de transporte pesado, era o maior avião da segunda guerra mundial, uma variação do ME 321. Em 1941, decidiu-se usar os motores radiais franceses Gnome GR14N avaliados em 990 cavalos-força (740 quilowatts) usar os motores franceses não sobrecarregaria a indústria Alemã. Os testes iniciais foram feitos usando quatro motores Gnome, que deram uma velocidade de 210 km/h, cerca de 80 km/h mais lento do que os aviões de transporte Junkers Ju 52.

Me 323 "Gigant"

Para reduzir o peso e conservá-lo em alumínio as asas foram feitas de madeira compensada, a fuselagem era de tubos de metal e coberta com tela, com assoalho reforçado para suportar a carga útil. Sua tripulação era composta de cinco homens: dois pilotos, dois coordenadores de vôo e um operador de rádio. Dois artilheiros adicionais poderiam ser usados. Os coordenadores de vôo ocupavam duas cabines pequenas, uma em cada asa entre os motores internos e do centro. A função dos coordenadores era monitorar a sincronização dos motores e permitir que o piloto voe sem se preocupar. Mesmo com os motores, as decolagens eram feitas com a ajuda de foguetes, as cargas típicas eram: dois caminhões de quatro-tonelada, um canhão de 88 milímetros com equipamentos, munição e homens, 52 Galões de combustível de 252 litros ou 130 homens. Os primeiros modelos foram usavam hélices de madeira com duas lâminas, logo após foram instalados hélices de três lâminas de metal. Na asa do lado direito os motores giravam no sentido anti-horário e do lado esquerdo no sentido horário. O ME 323 teve uma velocidade máxima de 219 km/h ao nível do mar, sua velocidade diminuia de acordo com a altitude. Para o armamento defensivo, foi montado cinco metralhadoras de 13 mm no dorso, atrás das asas e da fuselagem.

Em uso - A taxa elevada de perda dos comboios que mantinham Rommel, forçou o desenvolvimento de um avião de transporte pesado, para abastecimento das linhas de frente. Em 22 de abril de 1943 uma formação de 27 ME 323 totalmente carregados com escolta de BF 109s do JG 27 foram interceptados por sete esquadrões de Spitfires e P-40s, com a perda de 21 ME 323. Três P-40 foram derrubados pela escolta. O ME 323 era muito resistente, e podia absorver uma enorme quantidade de fogo inimigo, podiam estar carregados com tambores de combustível para o Afrika Korps ou carregados com fita adesiva, era um tanto injusto.

Acredita-se que nenhum ME 323 sobreviveu em serviço além do verão de 1944. Um total de 213 foram construídos antes do fim da produção em abril de 1944. Apesar de todos os problemas, os poucos ME 323 em serviço, eram um recurso inestimável aos alemães, consideravam o uso intensivo e de grande valor.
Arquivo Re-Upado
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quinta-feira, 5 de março de 2015

Asas da Luftwaffe - Ju 88

O Junkers Ju 88 foi um bombardeiro médio bimotor alemão, utilizado pela Luftwaffe durante a Segunda Guerra Mundial em numerosas tarefas. Desenhado pela companhia de Hugo Junkers em meados da década de 1930, sofreu uma série de problemas técnicos durante as últimas fases do seu desenvolvimento e no início da sua utilização operacional, mas tornou-se num dos mais versáteis aviões de combate da guerra. 
Conhecido afectuosamente pelos seus tripulantes como "A criada de todos os trabalhos" (uma versão feminina de "O homem dos 7 ofícios"), o Ju 88 provou ser apropriado para quase todas as tarefas, tendo sido usado com sucesso como bombardeiro convencional, bombardeiro de mergulho, caça nocturno, torpedeiro, avião de reconhecimento, caça pesado, e até como uma bomba voadora (o Mistel), usada durante as últimas fases do conflito.
Apesar do seu desenvolvimento prolongado, a aeronave tornou-se num dos activos mais importantes da Luftwaffe. A linha de montagem do Ju 88 funcionou continuamente entre 1936 e 1945, tendo sido produzidos mais de 16 000 Ju 88 em dezenas de variantes, mais do que qualquer outro avião bimotor alemão da época. Durante a produção, a base estrutural do avião permaneceu inalterada, prova da excelente qualidade do desenho original
Arquivo Re-Upado

terça-feira, 3 de março de 2015

Asas da Luftwaffe - V de Vingança (As Armas De Represalia de Hitler)

Episódio - V de Vingança (As Armas De Represalia de Hitler).avi
MISSEIS
Em termos de tecnologia avançada e puro esforço e empenho de recursos, o lance de Hitler para construir um arsenal de mísseis ofensivos constituiu a mais ousada tentativa de aplicar a grande ciência de alta tecnologia aos armamentos da segunda guerra mundial. A instalação para desenvolvimento de foguetes em Peenemunde (incluindo oficinas, laboratórios, plataformas de lançamento, escritórios de administração e fabricas) começou cedo em 1936, projetados e construídos por equipes de construção da Luftwaffe, num desempenho neoclássico, favorecido pelos nazistas. Numa arrogante competição entre os dois serviços, a luftwaffe e o exercito disputavam um com o outro para despejar fundos no empreendimento e em programas de pesquisas projetados. Hermam Goering tinha planos para um avião ajudado por foguetes; e havia outros esquemas, incluindo um avião sem piloto, mais tarde conhecido como V1, ou bomba voadora, assim como um missel superfície-ar. Os planos de exercito, por outro lado, eram de um grande missel supersônico A-4, que acabou sendo chamado V2.


O plano de Dornberger antes do inicio da guerra era desenvolver um missel que transportasse uma carga útil de 1 tonelada de explosivos a 250 quilômetros, duas vezes mais longe do que as granadas do enorme canhão Paris da primeira guerra mundial. Um missel desses precisaria viajar a quase cinco vezes a velocidade do som, e isso em uma época em que nenhum foguete do exercito quebrara ainda a barreira do som.

Werner von Braun, que só tinha vinte e um anos quando a guerra começou, despontara como um líder dinâmico dos engenheiros.



Sua tarefa principal e imediata era lançar o foguete A-3, um foguete que pesava 3000 quilos e tinha 6,5m de altura, os motores com um empuxo de 6.600 quilos. O A-3 fora testado a 4 de dezembro de 1937, na ilha de Greifswalder, a algumas milhas ao largo de Peenemunde, com cerca de 120 pessoas acompanhando e vários espectadores de alto escalão. O tempo estava atroz; e o teste foi um fracasso total.
O BOMBARDEIO AEREO DE PEENEMUNDE
No correr de 1943, a inteligência britânica viera reunir informação e fazendo fotos de grande altitude de Peenemunde e outras fabricas de armas secretas. O ataque a Peenemunde na noite de 17-18 de agosto não foi inteiramente inesperado. A uma hora da manhã, bombardeiros pesados da RAF atravessaram troando o céu noturno, e jogaram 1,5 milhão de quilos de explosivos nas instalações da fabrica.
Centro de lançamento de foguetes V2 destruido pela RAF
O ataque destruiu a maior parte da área residencial do sitio peenemunde leste para desenvolvimento do A-4, incluindo o núcleo residencial dos engenheiros, e barracões onde 3 mil trabalhadores estrangeiros viviam por trás de arame farpado. Walther Thiel, o projetista chefe de motores foi morto junto com sua faminha em um abrigo antiaéreo. Cerca de 12 mil trabalhadores residiam em Peenemunde no momento. Mais de 700 foram mortos, 500 deles estrangeiros. Os prédios da fabrica onde se montava os foguetes ficaram intactos.
Historiadores do bombardeio alemães e britânicos, afirmam que o ataque atrasou o esforço de foguetes cerca de 2 meses, o que significa que uns 750 foguetes não foram lançados. A morte de Thiel, contudo, foi um importante reves, e o missel antiaéreo Wasserfall perdeu impulso, assim como o desenvolvimento de um foguete de dois estágios que poderia penetrar fundo nas ilhas britânicas.
Himmler mexeu-se rápido para envolver se no futuro do programa de foguetes, agora que sua mudança e dispersão tinham se tornado inevitáveis. Uma semana após o ataque ele havia chegado a toca do lobo e convenceu o Fuhrer a dar a SS uma parte na administração da produção do A4, a missão de transferir a fabrica para o subsolo e convocar prisioneiros dos campos de concentração. Os testes seriam transferidos para um local na Polônia. O Reichsfulhrer-SS aparentemente convenceu Hitler de que o ataque fora resultado de espionagem: esconder a fabrica debaixo do chão garantiria maior segurança, alem de proteção contra outro bombardeiro.
A construção das novas instalações ficariam nas mãos do SS-Brigadefuhrer (general de brigada) Hans Krammler, individuo de extraordinária brutalidade.


A 26 de agosto, apenas uma semana depois das conversas de Himmler com Hitler, já se escolhera o local da fabrica subterrânea: Uma serie de túneis usados como deposito de petróleo e armas químicas na montanha de Kohnstein, perto da cidade de Nordhausen, nas montanha Harz: Seria conhecido como Mittelwerke (fabrica central).

Na época da decisão, havia dois túneis, com quase um quilometro e meio de comprimento, cada um com largura suficiente para dois conjuntos de trilhos paralelos, um dos quais percorria toda a extensão da montanha. A 28 de agosto prisioneiros dos campos de concentração foram levados as presas para o local, para começar a trabalhar na penetração do segundo túnel por toda a extensão da montanha.
Enquanto isso, locais de pesquisa e desenvolvimentos eram dispersadas em torno do distrito de Peenemunde, e por toda a Alemanha. Apesar dos problemas de comunicação entre as entidades separadas, o desenvolvimento do A4 recomeçou dentro de dois meses. Quatro mil trabalhadores do sexo masculino foram recrutados para os túneis de Mittelwerke dentro de um mês e meio, sobretudo russos, poloneses e franceses, mas não judeus neste estagio (seriam recrutados no verão de 1944).
Em Dezembro de 1943, Albert Speer inspecionou a Mittelwerke e depois escreveu a Krammler elogiando-o por uma façanha “que excede em muito qualquer coisa já feita na Europa, e não superada nem mesmo pelos americanos.
Um líder da resistência francesa, Jean Michel, escreveu uma historia da Mittelwerke como vista por ele em meados de outubro de 1943:
“Os kapos e SS nos tocam a uma velocidade infernal, gritando e despejando golpes contra nos, ameaçando nos de execução; os demônios! O barulho vara o cérebro e rasga os nervos. O ritmo demente dura quinze horas.”
Speer visivelmente teve responsabilidade pelos horrores da Mittelwerke, que dividiu com Himmler e Krammler. A indícios que Dornbergerr e von braun também defenderam o uso de mão de obra escrava para como parte de um calculo de produtividade.
ARMAS DE VINGANÇA – V1 E V2
O derradeiro uso da avançada tecnologia de mísseis em Peenemunde e dos túneis de trabalho escravo em Mittelwerke foi numa irracional e contraproducente estratégia de vingança, ou retaliação. Na Alemanha, eram chamadas de Vergelungswaffen (armas de vingança). Era mais popularmente conhecida pelos ingleses como “barata tonta”, “bomba besouro” ou “bomba voadora”. Eram em essências um monoplano sem piloto feito de fino aço prensado e de madeira compensada. Lançado de uma rampa por pistão a vapor, ou disparado de um avião, o missel logo alcançava uma velocidade de cruzeiro de mais de 480 km/h em altitudes típicas de 1.200 metros no Maximo e ao nível da copa das arvores no mínimo.


Abastecia o motor a jato um tanque de 680 litros de gasolina com ar comprimido como oxidante. O sistema de orientação era operado automaticamente por um giroscópio e uma bússola direcional pré configurada. Um silometro aéreo movido por uma hélice no bico parava de girar quando se completava a distancia, instruindo assim os elevadores a afundar e lançar o aparelho e sua carga útil explosiva ao chão.

As primeiras V1 caíram em Londres a 13 de junho de 1944, no fim do mês, 2.452 haviam sido lançadas. Um terço foi destruído ou caiu antes de alcançar a costa inglesa, outro terço caiu ao acaso em campo aberto, mas o resto, cerca de 800, caiu na área de Londres ou na vizinhança de Southampton. O pior incidente ocorreu no domingo, 18 de junho, quando uma bomba voadora explodiu na capela de Wellington barracks, no centro de Londres, matando 121 pessoas, sessenta e três delas soldados que participavam do culto.
No outono de 1944, as V1 foram lançadas também em grande numero sobre a Antuérpia, para perturbar fornecimentos destinados aos exércitos aliados invasores. Ao todo, lançaram-se cerca de 10 mil bombas V1 contra a Grã-bretanha. Cerca de 2.500 caíram em Londres; mais de 6 mil pessoas foram mortas e 18 mil feridas.
Como vimos, a V2 entrou em produção em maio de 1944 na fabrica subterrânea de Mittelwerke nas montanhas Harz, sustentada por trabalho escravo.


O missel, que era supersônico e contra o qual não havia defesa, ficou pronto para lançamento em setembro de 1944, durante um intervalo dos ataques com bombas voadoras. As primeiras duas, lançadas de um local perto de Haia, Holanda, caíram quase que simultaneamente, sem aviso, na noite de 8 de setembro, em Chiswick, no oeste de Londres, e em Parndon Wood, perto de Epping, no leste de Londres. Cada missel transportava uma carga útil de uma tonelada de explosivos. Três pessoas foram mortas e desseseis feridas no local da explosão em Chiswick. Entre essa data e 27 de março de 1945, caíram 1.054 foguetes (cerca de 5 por dia), matando 2.700 Londrinos. Mais de 900 fora disparadas no ultimo quarto de 1944 contra Antuérpia.
Se Hitler pretendia por a Grã-bretanha de joelhos com este artefato de terror, era,claro, uma esperança vã. Do ponto de vista alemão, os vastos esforços e a engenhosidade aplicada as V2 em particular foram irracionais na motivação. 
A campanha, que drenou recursos da produção de aviões com muito pouco resultado, provavelmente fez mais pelo moral de Hitler nos meses finais da guerra do que pelo seu povo.
Arquivo Re-Upado


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Asas da Luftwaffe - Ju-87 Stuka

Episódio - Ju-87 Stuka
O Junkers Ju 87, popularmente conhecido como Stuka (do alemão Sturzkampfflugzeug, bombardeiro de mergulho), foi um bombardeiro utilizado pela força aérea alemã (Luftwaffe) e pela Regia Aeronautica (da Itália) durante a Segunda Guerra Mundial.
Batismo de Fogo
A Alemanha utilizou o “Stuka” pela primeira vez na Guerra Civil Espanhola tripulados por pilotos voluntários da Legião Condor. Posteriormente, na campanha da Polónia (1939), contra alvos fixos, como as bases da Força Aérea Polaca. Além disso, a aeronave foi também utilizada para apoiar o avanço alemão, na função de apoio aéreo aproximado, e combater as tentativas polacas de resistência no sul do país.
Vitórias
O “Stuka” foi também utilizado contra navios na Operação Weserübung (invasão da Dinamarca e da Noruega), e contra a França, na Batalha da França em 1940.
As posições fixas das defesas francesas na região de Sedan, foram alvos fáceis para os “Stuka”, embora a incapacidade dos comandantes franceses, demonstrada pela sua recusa em chamar os caças para atacar os “Stukas” tivesse ajudado os alemães. 
Dificuldades
O “Stuka” no entanto, não foi muito útil contra as unidades blindadas francesas, porque os tanques, em movimento, revelaram-se alvos difíceis de serem atingidos.
Primeiras Derrotas

As limitações do projeto do Ju-87 “Stuka” começaram a evidenciar-se apenas quando, em 1940, começou a Batalha da Inglaterra. 336 “Stukas” foram preparados para a missão, inicialmente designados para operações de ataque à navegação no Canal da Mancha. Quando os ingleses passaram a navegar apenas de noite, a utilidade do “Stuka” mostrou-se muito reduzida, pelo que os alemães passaram a utilizar esta aeronave apenas para atacar as bases inglesas como haviam feito na Polónia e na França.
Mas sobre os céus de Inglaterra, a idéia de avião que aterrorizava perdeu efeito. Os radares avisavam os ingleses da chegada de formações de aviões alemães e os “Stukas” tinham que enfrentar os caças britânicos no ar, função para a qual não estavam preparados.
Pensado para atuar em céus dominados pela Luftwaffe, o “Stuka” era muitas vezes completamente varrido dos céus. Em Setembro, num só dia os alemães perderam trinta aparelhos sobre os céus da Inglaterra. A partir daí, o “Stuka” foi pura e simplesmente retirado da operação, limitando-se a pequenas operações no canal da Mancha.
Frente Oriental

Os alemães utilizaram o “Stuka” também na invasão da União Soviética (Operação Barbarossa), mas a enorme dimensão do país, tornou a ação de grupos pequenos de “Stuka”, pouco relevante perante a enormidade das operações em terra e quando começou o inverno Russo, os “Stukas” tornaram-se completamente inúteis, porque os seus motores não conseguiam sequer funcionar (fato ocorrido também com os tanques Panzer).
Devido à sua baixa velocidade e às características do combate aéreo no Fronte Leste, o “Stuka” foi gradualmente substituído em suas funções pelo Focke-Wulf Fw 190 na versão F (caça-bombardeiro), pois este além de mais rápido, podia carregar carga de bombas equivalente, com a vantagem de se tornar um caça após o ataque. O “Stuka” continuou sendo utilizado na versão G. Dotado de dois canhões de 37mm Bk 37, o modelo G ganhou fama no papel de destruidor de tanques.
Arquivo Re-Upado

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