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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Hearts and Minds


Hearts and Minds mostra friamente o confronto dos Estados Unidos na Ásia, envolvendo o Vietnã. Usando uma gama de fontes como: entrevistas para jornais nos Estados Unidos, filmagens jornalísticas no teatro da guerra e conflitos gerados em outros países. Davis constrói com detalhes um poderoso retrato dos efeitos desastrosos de uma guerra. 
Corações & Mentes é uma experiência emocional chocante com tão violentas, que desaconselhamos a pessoas com problemas cardíacos. Obra controversa, vencedora do Oscar de Melhor Documentário em 1974. Como a história está se repetindo na guerra dos Estados Unidos contra o Iraque, este filme nunca esteve tão atual. Um dos mais poderosos filmes anti-guerra de todos os tempos. 

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

PBS: Memoria dos Campos de Concentração - Memory of the Camps

Memory of the Camps é um filme concebido por um grupo de diretores britânicos, incluindo Alfred Hitchcock, usando imagens filmadas pelas tropas aliadas depois da libertação dos campos de extermínio nazistas, montam um documentário que refletiu o que foi o horror do holocausto. O resultado foi tão devastador que as autoridades aliadas decidiram cancelar o projeto e sequestraram o negativo. Os 55 minutos de imagens editadas e comentários escritos permaneceram ignoradas no porão do Museu Imperial da Guerra, até que, em 1985, a série lendária de de TV "Frontline" recuperou os arquivos, fazendo melhorias no som e imagens, acrescentando a narração do ator Trevor Howard e fez a primeira emissão pública.
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quinta-feira, 16 de abril de 2015

BBC - Dias Que Abalaram O Mundo - A Batalha de Midway

A série de documentários de maior sucesso dos últimos tempos está de volta! Produzida pela BBC e lançada pela revista Aventuras na História, a coleção DIAS QUE ABALARAM O MUNDO 2 reconstitui, minuto a minuto, dias que chocaram a humanidade e definiram o curso da história.
Episódio - A Batalha de Midway
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terça-feira, 14 de abril de 2015

BBC - Dias Que Abalaram O Mundo - A Guerra dos 6 Dias

 A série de documentários de maior sucesso dos últimos tempos está de volta! Produzida pela BBC e lançada pela revista Aventuras na História, a coleção DIAS QUE ABALARAM O MUNDO 2 reconstitui, minuto a minuto, dias que chocaram a humanidade e definiram o curso da história.
Episódio - A Guerra dos 6 Dias
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BBC - Dias Que Abalaram O Mundo - Hiroshima

 A série de documentários de maior sucesso dos últimos tempos está de volta! Produzida pela BBC e lançada pela revista Aventuras na História, a coleção DIAS QUE ABALARAM O MUNDO 2 reconstitui, minuto a minuto, dias que chocaram a humanidade e definiram o curso da história.
Episódio - Hiroshima
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segunda-feira, 13 de abril de 2015

BBC - Dias Que Abalaram O Mundo - Pearl Harbor

A série de documentários de maior sucesso dos últimos tempos está de volta! Produzida pela BBC e lançada pela revista Aventuras na História, a coleção DIAS QUE ABALARAM O MUNDO 2 reconstitui, minuto a minuto, dias que chocaram a humanidade e definiram o curso da história.
Episódio - Pearl Harbor
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sábado, 11 de abril de 2015

Pearl Harbor - 24 Hrs Depois

O ano de 2011 marca o 70º aniversário de Pearl Harbor. Sabemos que após o ataque, o presidente Roosevelt enviou os Estados Unidos à guerra, mas pouco se sabe sobre o que realmente aconteceu em meio ao terror daquele dia. Este especial revela uma nova evidência sobre o verdadeiro pânico que se apoderou da Casa Branca e de toda a nação. Além disso, conheceremos o lado mais humano desconhecido do homem que era na época o Presidente dos Estados Unidos.
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A Destruição de Hiroshima e Nagasaki - White Light/Black Rain

Sinopse:
Em 6 de agosto de 1945, duas bombas atômicas vaporizaram 210.000 pessoas em Hiroshima e Nagasaki. Aquelas que sobreviveram são chamadas "hibakusha" - pessoas expostas à bomba - estima-se que cerca de 200.000 ainda estejam vivas. Hoje, com a ameaça real de armas de destruição em massa - o arsenal mundial é capaz de repetir a destruição de Hiroshima mais de 400.000 vezes. O cineasta vencedor do Oscar, Steven Okazaki, revisita os locais dos bombardeios e compartilha as histórias das únicas pessoas que sobreviveram a um ataque nuclear. Prêmios: Vencedor do Emmy 2008; indicado em Sundance e ao prêmio do Sindicato dos Produtores.
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terça-feira, 7 de abril de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Contra-ataque

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio - Contra-ataque
Exemplos Usados:  Guerra do Yom Kippur, Batalha de Moscou, Segunda Guerra Mundial, Primeira Guerra Mundial, Batalha de Tannenberg.
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terça-feira, 31 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Bloqueio

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio - Bloqueio
Exemplos Usados: Batalha do Atlântico, Campanha dos U-boats no Atlântico, Segunda Guerra Mundial, Campanha Submarina Americana 1943-45, Guerra no Pacífico, Primeira Guerra Mundial.
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segunda-feira, 30 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Assalto Pelo Mar

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio - Assalto Pelo Mar
Exemplos Usados: Batalha de Inchon, Guerra da Coreia, Batalha de Iwo Jima, Guerra no Pacífico, Segunda Guerra Mundial.
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sábado, 28 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Enganar o Inimigo

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio - Enganar o Inimigo
Exemplos usados: Batalha da Normandia, Dia-D, Segunda Guerra Mundial, Guerra do Golfo, Invasão do Iraque, Guerra do Iraque.
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sexta-feira, 27 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Assalto Aéreo

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio - Assalto Aéreo
Exemplos Usados: Batalha de Creta, Unternehmen Merkur, Segunda Guerra Mundial e Operação Junction City, Guerra do Vietnã.
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quinta-feira, 26 de março de 2015

Planos de Batalha - Battleplan - Blitzkrieg

Battleplan é uma série de documentários que examina as mais variadas estratégias militares utilizadas nos conflitos modernas desde a Primeira Guerra Mundial. Cada episódio enfoca especialmente as estratégias militares (Planos de Batalha) utilizadas nas guerras através de 2 exemplos históricos bem conhecidos e compara-os com os requisitos militares necessários para efetuar seus planos de batalha. Todos os episódios utilizam exemplos de guerras modernas que vão das batalhas da Primeira e Segunda Guerras até a mais recente guerra no Iraque.
Episódio Blitzkrieg
Exemplos Usados: Campanha da Blitzkrieg da Alemanha Nazista - Batalha da França - Segunda Guerra Mundial - Operação Tempestade no Deserto - Invasão do Iraque - Operação Iraque Livre.
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terça-feira, 24 de março de 2015

Batalhas Cruciais - Guerra do Vietnã

Ocorreu entre os anos de 1959 e 1975 e é considerado o mais violento conflito da
segunda metade do século XX.
Laos, Vietnã e Camboja faziam parte de uma região conhecida como Indochina. Estavam sobre o domínio francês e queriam a independência.
Para entender melhor o conflito é preciso saber que durante a Segunda Guerra, o Japão invadiu e dominou esta região. Com o objetivo de combater os orientais japoneses, os vietnamitas, liderados por Ho Chi Minh (líder revolucionário), se reuniram e formaram a Liga Revolucionária para a Independência do Vietnã (ligada ao partido comunista).
Os primeiros conflitos ocorreram em 1941, ainda durante a Segunda Grande Guerra.
Quando esta terminou, começou o processo de descolonização, que originou uma luta entre tropas francesas e guerrilheiros do Viet Minh (Liga para a Independência do Vietnã).
Derrotados, os franceses tiveram que aceitar a independência.
Em 1954, a Conferência de Genebra (convocada para negociar a paz) reconheceu a Independência do Camboja, Laos e Vietnã.
Outra medida tomada estabeleceu que o Vietnã ficaria dividido em:
- Vietnã do Norte: socialista governado por Ho Chin Minh
- Vietnã do Sul: capitalista governado por Ngo Dinh-Diem
Essa divisão estaria valendo até as eleições para unificação do país, em 1956.
Em 1955, Ngo Diem liderou um golpe militar tornando-se ditador. Diem cancelou as eleições, proclamou a Independência do Sul, brigou com os budistas, perseguiu nacionalistas e comunistas e seu governo foi marcado pela corrupção. Os americanos o apoiaram, porque estavam convencidos de que os nacionalistas e comunistas de Ho Chi Minh ganhariam as eleições e isso não era bom; pois se os comunistas ganhassem, acabariam influenciando outras nações a segui-los (“Teoria de Dominó”).
Os EUA passaram a colaborar com o Vietnã do Sul enviando armas, dinheiro e conselheiros militares.
Tudo isso fez com que surgissem os movimentos de oposição: Frente Nacional de Libertação (apoiados pelo Vietnã do Norte) juntamente com o seu exército Vietcong.
Apoiados pelos americanos e suas armas poderosas os sul-vietnamitas atacaram por 10 anos o norte.
Porém, depois que algumas embarcações americanas foram bombardeadas no Golfo de Tonquim, o presidente Lindon B. Johnson ordenou bombardeios de represália contra o Vietnã do Norte. Esse fato marcou a entrada dos EUA na guerra (1965).
Em 1968, as tropas do norte e os vietcongs fizeram a chamada Ofensiva do Tet, ocupando inclusive a embaixada americana em Saigon. Isso fez com que os americanos sofressem sérias derrotas.
A guerra continuava e os americanos não estavam muito felizes. Várias manifestações foram realizadas contra a participação dos EUA na guerra.
Em 1972, durante o governo do presidente Nixon, os EUA bombardearam a região de Laos e Camboja utilizando, inclusive, armas químicas, mas não adiantou, pois os guerrilheiros continuavam lutando.
Eles (guerrilheiros) se saíram melhor, principalmente pelas vantagens geográficas, já que conheciam bem a região.
Os americanos se retiraram do conflito em 1973; porém, a guerra só foi encerrada de fato em 30/04/1975, pois ainda havia alguns conflitos contra o norte.
Em 1976, o Vietnã se reunificou e passou a se chamar República Socialista do Vietnã.
A Guerra do Vietnã, como já foi dito no início deste texto, é considerado um dos conflitos mais violentos do século XX.
Durante todo o desenrolar da guerra, os meios de comunicação do mundo inteiro divulgaram a violência e intensidade do conflito, além de falarem sobre o mau desempenho dos americanos, que investiram bilhões. Foi nesta guerra que os helicópteros foram usados pela primeira vez.
Como em toda guerra, não existem vencedores, somente vítimas. Calcula-se que milhões de pessoas (civis e militares) morreram.
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Batalhas Cruciais - Guerra Fria - Guerra da Coréia

A Guerra da Coréia é fruto da disputa velada entre os Estados Unidos e a ex-URSS, antigos aliados durante a Segunda Guerra Mundial. Ao final desta, em 1945, estes países dividiram a Coréia em duas zonas de influência, com o sul ocupado pelos norte-americanos e o norte dominado pela União Soviética. Ambas são divididas pelo Paralelo 38º, firmado como marco divisor na Conferência de Potsdam. Em 1947, na tentativa de unificar a Coréia, a Organização das Nações Unidas – ONU - cria um grupo não autorizado pela URSS, para pretensamente ordenar a nação através da realização de eleições em todo o país. Esta iniciativa não tem êxito e, no dia 09 de setembro de 1948, a zona soviética anuncia sua independência como República Democrática Popular da Coréia, mais conhecida como Coréia do Norte. A partir de então, a região é dividida em dois países diferentes - o norte socialista, apoiado pelos soviéticos; e o sul, reconhecido e patrocinado pelos EUA.
Os governos norte-americano e soviético continuam a reivindicar o controle total do território coreano. A região fronteiriça entre as duas Coréias torna-se um ponto explosivo e delicado, de pura tensão. Começa a luta doutrinária, as propagandas ideológicas viajam de um ponto a outro dos dois países. Até que, no dia 25 de junho de 1950, alegando uma suposta transgressão do Paralelo 38º, o exército da Coréia do Norte invade o Sul, dominando sua capital, Seul, em 03 de julho. A ONU não aceita esse ataque e manda suas tropas, lideradas pelo general americano Douglas MacArthur, para expulsar os socialistas, que pretendem unificar o país sob a bandeira do Comunismo. A URSS não intervém diretamente, apenas cede auxílio militar. Mas, neste momento, inicia-se o confronto entre as duas potências por um espaço de amplas vantagens comerciais e territoriais, mesmo com o risco de deflagrar uma terceira guerra mundial.
No mês de setembro, as forças das Nações Unidas tentam resgatar o litoral da região oeste, sob o domínio dos norte-coreanos, atingindo sem muitas dificuldades Inchon, próximo a Seul, onde se desenrola uma das principais batalhas, e depois de poucas horas elas ingressam na cidade invadida, com cerca de cento e quarenta mil soldados, contra setenta mil soldados da Coréia do Norte. O resultado é inevitável, vencem as forças sob o comando dos EUA. Com o domínio do Sul, as tropas multinacionais seguem o exemplo dos norte-coreanos e também transgridem o Paralelo 38º. Seguem então na direção da Coréia do Norte, entrando logo depois em sua capital, Pyongyang, ameaçando a fronteira chinesa ao acuar os norte-coreanos no Rio Yalu, sede de intensa batalha.
O governo chinês, ao se sentir em perigo, envia trezentos mil homens em socorro da Coréia do Norte, entrando assim na Guerra e colocando em risco a paz mundial. As tropas chinesas forçam o General MacArthur a recuar e, em 04 de janeiro de 1951, conquistam Seul, dominando o Sul. Logo depois, entre fevereiro e março, um novo avanço dos norte-americanos expulsa as forças chinesas e norte-coreanas e as obriga a retornar ao Paralelo 38º. A partir daí os jogos de forças permanecem estáveis, equilibrados, prolongando esta guerra por mais dois anos, com muitas mortes de lado a lado. Ao longo de quase três anos, uma sangrenta batalha entre irmãos mancha a história de uma das culturas mais célebres da Ásia. A paz é assinada finalmente em 27 de julho de 1953, através do Armistício de Panmunjon. A fronteira estabelecida em 1948 é mantida, e é criada uma região desmilitarizada entre as duas Coréias, mas até hoje não se chegou a uma resolução decisiva neste território, e a tensão permanece, com ameaças constantes pairando no ar. Apesar do final da Guerra Fria entre os EUA e a URSS, hoje extinta, a pressão ideológica persiste, mais preocupada atualmente em encontrar pretextos para intervenções em corridas armamentistas nucleares, uma vez que a Coréia do Norte está continuamente se gabando de ter o domínio de elevadas tecnologias na esfera militar.
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Batalhas Cruciais - Pearl Harbor

O Ataque Japonês à Pearl Harbor foi uma operação surpresa do exército japonês que deixou as tropas estadunidenses inoperantes no Pacífico. O ataque resultou ainda na entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
O Japão constituía o império chamado de nipônico, governado por um autoritário imperador, o qual não possuía boas relações com os Estados Unidos. Estes, não entraram na guerra desde o início do conflito em 1939, a participação dos Estados Unidos era indireta. Mas enquanto isso, preparavam seus exércitos e armamentos em suas bases localizadas em pontos estratégicos do planeta.
A base estadunidense de Pearl Harbor, localizada no Oceano Pacífico, era um importante ponto para a estratégia militar dos Estados Unidos e do que viria a ser mais tarde os Aliados. No correr do processo de expansão do Japão pelos territórios da Ásia, seria um grande problema caso os Estados Unidos entrassem na guerra e passassem a combater os japoneses. A ocorrência de tal situação atrasaria ou mesmo impossibilitaria os planos do Império Nipônico. Deste modo, o exército japonês, sob o comando de Nagumo, elaborou um ataque surpresa à base estadunidense visando neutralizar a ação do exército e da marinha dos Estados Unidos no Oceano Pacífico.
Na manhã do dia 7 de dezembro de 1941, a Marinha Imperial Japonesa atacou a ilha no Havaí onde estavam muitos militares estadunidenses. Naquela manhã, os aviões dos japoneses passaram pelo radar, que havia sido instalado no dia anterior, confundidos com aviões do exército dos Estados Unidos. Alguns aviões estadunidenses foram abatidos no caminho pelos japoneses, que conseguiram alcançar o coração da base para o grande ataque.
Eram 353 aviões japoneses e mais cinco submarinos. Os aviões atacaram em duas vagas, a primeira, formada por 186 torpedeiros-bombardeiros vulneráveis, aproveitou a surpresa do ataque para bombardear os navios no porto; já a segunda vaga, formada por 168 aviões, atacou a base aérea naval e marinha no centro de Pearl Harbor.
Os estadunidenses não poderiam prever o ataque, ficando então vulneráveis na defesa. A oposição ocorreu apenas em fogo antiaéreo naval no decorrer da investida japonesa. O saldo do ataque foi cruel para os Estados Unidos, 11 navios e 188 aviões foram destruídos, deixando 2403 militares e 68 civis mortos. Além disso, mais 159 aviões ficaram seriamente danificados e 1178 pessoas feridas. Oficiais e líderes de vôo tentaram convencer o chefe da operação japonesa, Nagumo, a continuar o ataque e destruir os depósitos de combustíveis, fábricas e docas secas, mas ele resolveu retirar o ataque por causa de conjunto de fatores: a defesa tinha melhorado, uma terceira vaga teria que ser preparada, os pilotos não estavam treinados, o combustível não era suficiente, um novo ataque seria muito tarde, a segunda vaga tinha completado a missão e era preciso garantir os porta-aviões japoneses para ataques planejados na Ásia.
O saldo para o Japão foi de 29 aviões abatidos, 74 danificados e os cinco submarinos perdidos.
O Ataque Japonês determinou a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial e deu início à Guerra no Pacífico. Em 1941, os Estados Unidos declararam guerra ao Japão e, logo em seguida, a Alemanha declarou guerra aos Estados Unidos. Assim, os Estados Unidos intensificaram suas ações militares e desenvolveram uma economia de guerra no país. Como no dia do ataque os porta-aviões da frota do Pacífico não estavam no porto, ficaram ilesos, assim como o depósito de combustível e as oficinas de reparo que foram poupadas. Isso permitiu que a marinha tivesse sua frota recuperada em um ano.

O Ataque Japonês à Pearl Harbor causaria danos muito maiores para os Estados Unidos caso os depósitos de combustível fossem destruídos, mas mesmo assim a operação foi de êxito para os japoneses, que deixaram os estadunidenses incapazes de ações militares no Pacífico pelos seis meses seguintes. Desta forma, o Japão avançou no sudoeste asiático e no sudoeste do Pacífico, até o Oceano Índico.
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segunda-feira, 23 de março de 2015

Batalhas Cruciais: Prova Final no Oriente Médio

De 1948 a 1973, os árabes e israelenses entraram em guerra cinco vezes por disputas territoriais na Palestina. O confronto no Oriente Médio é um dos mais longos conflitos da história do mundo.
 A Guerra do Suez, também conhecida como Segunda Guerra Israelo-Árabe ou Crise de Suez, teve início em 29 de outubro de 1956, quando Israel, com o apoio da França e Reino Unido, que utilizavam o canal para ter acesso ao comércio oriental, declarou guerra ao Egito. O presidente do Egito, Gamal Abdel Nasser havia nacionalizado o canal de Suez, cujo controle ainda pertencia à Inglaterra. Em consequência, o porto israelense de Eilat ficaria bloqueado, assim como o acesso de Israel ao mar Vermelho, através do estreito de Tiran, no golfo de Aqaba.
 A Guerra dos Seis Dias foi um conflito armado que opôs Israel a uma frente de países árabes - Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão.
O crescimento das tensões entre os países árabes e Israel, em meados de 1967, levou ambos os lados a mobilizarem as suas tropas. A Força Aérea Israelense lançou um ataque preventivo e arrasador à força aérea egípcia que ameaçava atacar Israel.O plano traçado pelo Estado-Maior de Israel, chefiado pelo general Moshe Dayan (1915-1981), começou a ser posto em prática às 7h e 45min da manhã do dia 5 de junho de 1967, quando caças israelenses atacaram nove aeroportos militares, aniquilando a força aérea egípcia antes que esta saísse do chão e causando danos às pistas de aterragem, inclusive com bombas de efeito retardado para dificultar as reparações. Ao mesmo tempo, forças blindadas de Israel investiam contra a Faixa de Gaza, o sul da Síria, as Colinas de Golã e o norte do Sinai. A Jordânia abriu fogo em Jerusalém, e a Síria interveio no conflito depois de ser atacada.
No terceiro dia de luta, todo o Sinai já estava sob o controle de Israel. Nas 72 horas seguintes, Israel impôs sua superioridade militar, ocupando também a Cisjordânia, o sector oriental de Jerusalém e as Colinas de Golã, na Síria.
Como resultado da guerra, aumentou o número de refugiados palestinos na Jordânia e no Egito. Síria e Egito estreitaram ainda mais as relações com a URSS, aproveitando também para renovarem seu arsenal de blindados e aviões, além de conseguirem a instalação de novos mísseis, mais perto do Canal de Suez.
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Batalhas Cruciais: Tempestade no Deserto

Operação Tempestade no Deserto

Em 25 de janeiro, as forças aliadas que haviam estabelecido a supremacia aérea, bombardeando as forças iraquianas que não podiam abrigar-se nos desertos do sul do Iraque. As forças da ONU, sob as ordens do comandante-em-chefe, general Norman Schwarzkopf, desencadearam a denominada "Operação Tempestade no Deserto" (nome por que ficou conhecida), que durou de 25 a 28 de fevereiro, na qual as forças iraquianas sofreram fragorosa derrota. No final da operação, o Kuwait foi libertado.
Até 24 de fevereiro os aliados bombardearam com alta tecnologia alvos militares no Kuwait e em seguida no Iraque, até 2 de março, lançaram uma operação terrestre com um exército composto por meio milhão de soldados, chefiado pelos Estados Unidos, que resultou na reconquista do Kuwait e na entrada no Iraque. A guerra em terra foi denominada por Hussein de "mãe de todas as batalhas".

Em poucas semanas as defesas aéreas iraquianas estavam destruídas, bem como grande parte das redes de comunicações, dos edifícios públicos, dos depósitos de armamento e das refinarias de petróleo. Em 27 de fevereiro, a maior parte da Guarda Republicana de elite do Iraque fora destruída. Em 28 de fevereiro, o presidente norte-americano, George H. W. Bush, declarou o cessar-fogo.

Em abril o Iraque aceitou o cessar-fogo, porém sofreu duras sanções econômicas por não entregar seu armamento químico e biológico. A independência do Kuwait fora restaurada, mas o embargo econômico 
das Nações Unidas ao Iraque tornou-se ainda mais severo.

Armamentos, equipamentos e estratégias

 Pelo lado Aliado, a guerra contou com importante equipamento eletrônico , principalmente os caças F-117, bombas guiadas a laser e mísseis teleguiados. O sistema de defesa iraquiano, que incluía armas químicas e biológicas, e foi planejadamente destruído por mísseis ar-terra. O Iraque não usou, como ameaçara, o gás de combate. Os mísseis SCUD que mandara lançar sobre Israel também falharam o seu intento de fazer com que este país entrasse no conflito, por forma a reunir o apoio das nações árabes. A superioridade tecnológica do Ocidente era avassaladora. Saddam estava isolado e em pouco tempo foi derrotado.
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sábado, 21 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - Bases dos U-Boats


Para criar um refúgio seguro no porto para seus letais submarinos U-boat, os nazistas construíram bunkers 
especiais, de concreto impenetrável. Com estruturas imensas demais para serem escondidas, eles foram construídos 
para resistir a ataques diretos até das maiores bombas Aliadas. Os bunkers eram tão grandes e fortes que 
sobreviveram até hoje, um testemunho de sua engenharia.

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quinta-feira, 19 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - Bases dos Foguetes V2

Bases dos Foguetes V2 - O primeiro foguete  projetado e construído pelos nazistas em uma rede dos principais laboratórios de pesquisa secretas, silos subterrâneos e bases de lançamento com a ultima tecnologia na época. Esta é a história de como o cientista Werner von Braun anunciou o nascimento de mísseis balísticos e lançou as bases tecnológicas para a corrida espacial.
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quarta-feira, 18 de março de 2015

Megaestruturas Nazistas - As SS de Himmler

Com o crescimento do poder de Hitler na Alemanha nazista, também cresce o poder da Schutzstaffel, ou da SS. A SS tem um início humilde nos anos 1920, como guarda pessoal do Führer. Mas sob a liderança de Heinrich Himmler, ela projetou a visão de Hitler para uma nova Alemanha e uma raça ariana pura. No começo da guerra, ela tem poder na política, na polícia e na segurança, e é responsável pela criação de campos de concentração que se tornariam os locais das piores atrocidades que o mundo já viu. Seu poder, sua influência e o terror se espalham com a criação de uma ala militar, a Waffen-SS. Ao final da guerra, a SS tinha crescido para ser uma máquina que controla todos os aspectos do Terceiro Reich e brutalmente descarta qualquer oposição a Hitler.

sábado, 14 de março de 2015

Hasselhoff e o Muro de Berlin

David Hasselhoff, mais conhecido por seus papeis em “O Justiceiro” e “SOS Malibu”, lançou uma música chamada “Looking for Freedom” no mesmo ano da queda do Muro de Berlim. A canção chegou ao primeiro lugar das paradas musicais da Alemanha, e ele fez uma apresentação em cima do Muro de Berlim para um milhão de pessoas durante a maior festa de Ano Novo que a Alemanha já viu. Vinte e cinco anos depois, David visita novamente a agora reunificada capital da Alemanha investigando o que sobrou do Muro, e explora o que ele significou no contexto da Guerra Fria como uma cicatriz no coração da Europa, dividindo o Comunismo no Leste e a democracia no Oeste. Em sua jornada, ele encontra pessoas extraordinárias que sonharam com a liberdade e arriscaram suas vidas tentando superar o temido Muro de Berlim.
 

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