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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Ditadores - A Ascensão do Fascismo

Ditadores - A Ascensão do fascismo
A primeira experiência fascista ocorreu na Itália, logo após o término da 1ª guerra mundial.

Em Milão em 1939, Benito Mussolini, ex-militante socialista, criou os fasci. Grupos fervorosos nacionalistas que faziam uso sistemático da violência para defender seus valores e enfraquecer o estado e a demoracia no país. No mesmo ano, na Alemanha, ficava clara a incapacidade da República de Weimar de dar respostas a uma profunda crise socio-econômica e a humilhação sofrida pelo país na guerra.

Esse contexto abriu espaço para que Adolf Hitler colocasse em prática sua filosofia política: impor a superioridade da raça ariana ao mundo e expandir o poder alemão.

O caminho para chegar a seus objetivos? A guerra total

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Unsere Mütter, Unserev Väter - “Nossas mães, nossos pais” - Episódio 3

“Unsere Mütter, unsere Väter”, traduzido para o português brasileiro “Nossas mães, nossos pais”, e lançado nos Estados Unidos como “Generation War”, é uma minissérie alemã dividida em três partes, cada uma com em média uma hora e meia de duração, retratando a história de cinco personagens de ideais e ascensões muito distintas, porém, que são amigos desde a infância e vivem sua juventude na Alemanha, em plena Segunda Guerra Mundial, em 1941, exatamente quando o Terceiro Reich inicia campanha contra Rússia. Destes cinco amigos, dois são irmãos, Wilhelm e Friedhelm Winter, que virão a servir seu governo na militância como soldados nazistas; Charlotte, outra cidadã alemã que servirá como enfermeira para a tropa de front; Greta também considerada cidadã alemã para a época, que mais tarde se tornará uma cantora muito famosa e por fim, Viktor, um judeu filho de um alfaiate. Já se torna bem claro o conflito que haverá, simplesmente ao citar os personagens centrais, a minissérie traz experiências individuais que os levam a diferentes rumos que o esperado, mas que não cabe citar aqui. Alguns pontos serão elencados pelo seu diferencial, que fazem dessa obra uma forma genial de mostrar algo tão conhecido por outra perspectiva.
  A minissérie acompanha a vida de cinco amigos que têm suas vidas alteradas quando estoura a segunda guerra mundial. A história tem início no ano de 1941, época em que o terceiro Reich inicia sua campanha contra a Rússia.
Wilhelm (Volker Bruch), Friedhelm (Tom Schilling), Charlotte (Miriam Stein), Viktor (Ludwig Trepte) e Greta (Katharina Schüttler) se despedem em um restaurante na Alemanha, prometendo se reencontrar depois que a guerra terminar. Para esses jovens, o conflito representa uma grande aventura a qual poderá engrandecer o país aos olhos do mundo.
 Friedhelm e Wilhelm são oficiais condecorados do exército alemão, enviados ao front logo após a despedida deles dos demais amigos. Charlotte, secretamente apaixonada por Wilhelm, trabalha em um hospital militar. Buscando ficar próximo dele, ela consegue ser transferida para a região onde o pelotão de Wilhelm está.
Greta, uma cantora de música popular em início de carreira, é amante de Viktor, um judeu filho de um alfaiate. Buscando ascender socialmente, Greta se envolve com um Tenente Coronel da SS. Quando seu amante é feito prisioneiro pelos nazistas, ela tenta utilizar seu relacionamento com o oficial para libertá-lo, sem saber qual é a verdadeira situação de Viktor.
Na prisão, Viktor conhece Alina, uma jovem polonesa com quem consegue escapar. Os dois são acolhidos pela resistência polonesa que, neste momento, enfrenta os ataques do exército alemão, sendo que entre eles está Friedhelm. Buscando conquistar o respeito do pai, Friedhelm se transformou em uma máquina de guerra.
Vivendo no limite entre a rebelião e a conformidade, esses amigos começam a perceber a realidade do conflito e suas consequências, transformando suas opiniões e comportamentos, dando a cada um uma nova perspectiva de vida e valores.
 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Unsere Mütter, Unserev Väter - “Nossas mães, nossos pais” - Episódio 2

“Unsere Mütter, unsere Väter”, traduzido para o português brasileiro “Nossas mães, nossos pais”, e lançado nos Estados Unidos como “Generation War”, é uma minissérie alemã dividida em três partes, cada uma com em média uma hora e meia de duração, retratando a história de cinco personagens de ideais e ascensões muito distintas, porém, que são amigos desde a infância e vivem sua juventude na Alemanha, em plena Segunda Guerra Mundial, em 1941, exatamente quando o Terceiro Reich inicia campanha contra Rússia. Destes cinco amigos, dois são irmãos, Wilhelm e Friedhelm Winter, que virão a servir seu governo na militância como soldados nazistas; Charlotte, outra cidadã alemã que servirá como enfermeira para a tropa de front; Greta também considerada cidadã alemã para a época, que mais tarde se tornará uma cantora muito famosa e por fim, Viktor, um judeu filho de um alfaiate. Já se torna bem claro o conflito que haverá, simplesmente ao citar os personagens centrais, a minissérie traz experiências individuais que os levam a diferentes rumos que o esperado, mas que não cabe citar aqui. Alguns pontos serão elencados pelo seu diferencial, que fazem dessa obra uma forma genial de mostrar algo tão conhecido por outra perspectiva.
 A minissérie acompanha a vida de cinco amigos que têm suas vidas alteradas quando estoura a segunda guerra mundial. A história tem início no ano de 1941, época em que o terceiro Reich inicia sua campanha contra a Rússia.
Wilhelm (Volker Bruch), Friedhelm (Tom Schilling), Charlotte (Miriam Stein), Viktor (Ludwig Trepte) e Greta (Katharina Schüttler) se despedem em um restaurante na Alemanha, prometendo se reencontrar depois que a guerra terminar. Para esses jovens, o conflito representa uma grande aventura a qual poderá engrandecer o país aos olhos do mundo.
Friedhelm e Wilhelm são oficiais condecorados do exército alemão, enviados ao front logo após a despedida deles dos demais amigos. Charlotte, secretamente apaixonada por Wilhelm, trabalha em um hospital militar. Buscando ficar próximo dele, ela consegue ser transferida para a região onde o pelotão de Wilhelm está.
Greta, uma cantora de música popular em início de carreira, é amante de Viktor, um judeu filho de um alfaiate. Buscando ascender socialmente, Greta se envolve com um Tenente Coronel da SS. Quando seu amante é feito prisioneiro pelos nazistas, ela tenta utilizar seu relacionamento com o oficial para libertá-lo, sem saber qual é a verdadeira situação de Viktor.
Na prisão, Viktor conhece Alina, uma jovem polonesa com quem consegue escapar. Os dois são acolhidos pela resistência polonesa que, neste momento, enfrenta os ataques do exército alemão, sendo que entre eles está Friedhelm. Buscando conquistar o respeito do pai, Friedhelm se transformou em uma máquina de guerra.
Vivendo no limite entre a rebelião e a conformidade, esses amigos começam a perceber a realidade do conflito e suas consequências, transformando suas opiniões e comportamentos, dando a cada um uma nova perspectiva de vida e valores.
 

Unsere Mütter, Unserev Väter - “Nossas mães, nossos pais” - Episódio 1

“Unsere Mütter, unsere Väter”, traduzido para o português brasileiro “Nossas mães, nossos pais”, e lançado nos Estados Unidos como “Generation War”, é uma minissérie alemã dividida em três partes, cada uma com em média uma hora e meia de duração, retratando a história de cinco personagens de ideais e ascensões muito distintas, porém, que são amigos desde a infância e vivem sua juventude na Alemanha, em plena Segunda Guerra Mundial, em 1941, exatamente quando o Terceiro Reich inicia campanha contra Rússia. Destes cinco amigos, dois são irmãos, Wilhelm e Friedhelm Winter, que virão a servir seu governo na militância como soldados nazistas; Charlotte, outra cidadã alemã que servirá como enfermeira para a tropa de front; Greta também considerada cidadã alemã para a época, que mais tarde se tornará uma cantora muito famosa e por fim, Viktor, um judeu filho de um alfaiate. Já se torna bem claro o conflito que haverá, simplesmente ao citar os personagens centrais, a minissérie traz experiências individuais que os levam a diferentes rumos que o esperado, mas que não cabe citar aqui. Alguns pontos serão elencados pelo seu diferencial, que fazem dessa obra uma forma genial de mostrar algo tão conhecido por outra perspectiva.
 A minissérie acompanha a vida de cinco amigos que têm suas vidas alteradas quando estoura a segunda guerra mundial. A história tem início no ano de 1941, época em que o terceiro Reich inicia sua campanha contra a Rússia.
Wilhelm (Volker Bruch), Friedhelm (Tom Schilling), Charlotte (Miriam Stein), Viktor (Ludwig Trepte) e Greta (Katharina Schüttler) se despedem em um restaurante na Alemanha, prometendo se reencontrar depois que a guerra terminar. Para esses jovens, o conflito representa uma grande aventura a qual poderá engrandecer o país aos olhos do mundo.
 Friedhelm e Wilhelm são oficiais condecorados do exército alemão, enviados ao front logo após a despedida deles dos demais amigos. Charlotte, secretamente apaixonada por Wilhelm, trabalha em um hospital militar. Buscando ficar próximo dele, ela consegue ser transferida para a região onde o pelotão de Wilhelm está. 
Greta, uma cantora de música popular em início de carreira, é amante de Viktor, um judeu filho de um alfaiate. Buscando ascender socialmente, Greta se envolve com um Tenente Coronel da SS. Quando seu amante é feito prisioneiro pelos nazistas, ela tenta utilizar seu relacionamento com o oficial para libertá-lo, sem saber qual é a verdadeira situação de Viktor.
Na prisão, Viktor conhece Alina, uma jovem polonesa com quem consegue escapar. Os dois são acolhidos pela resistência polonesa que, neste momento, enfrenta os ataques do exército alemão, sendo que entre eles está Friedhelm. Buscando conquistar o respeito do pai, Friedhelm se transformou em uma máquina de guerra.
Vivendo no limite entre a rebelião e a conformidade, esses amigos começam a perceber a realidade do conflito e suas consequências, transformando suas opiniões e comportamentos, dando a cada um uma nova perspectiva de vida e valores.
 

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Battlefront - Ilhas Salomão

A Batalha de Guadalcanal, ou Campanha de Guadalcanal, foi uma batalha terrestre e aeronaval travada de agosto de 1942 a fevereiro de 1943 entre norte-americanos, australianos e japoneses na ilha de Guadalcanal, no arquipélago das Ilhas Salomão, Oceano Pacífico, durante a II Guerra Mundial.
A batalha foi a primeira grande ofensiva realizada pelos Aliados na Guerra do Pacífico após o ataque a Pearl Harbor e à Batalha de Midway, e se tornou significativa por marcar o ponto de virada na guerra, com a primeira vitória terrestre aliada no conflito.
Em 7 de agosto de 1942, tropas aliadas, predominantemente norte-americanas, começaram a desembarcar na ilha de Guadalcanal, Tulagi e Florida, no arquipélago das Salomão, com o objetivo de impedir o uso destas ilhas como base para que os japoneses cortassem as rotas de suprimento entre os Estados Unidos, a Austrália e a Nova Zelândia. Os Aliados também pretendiam usar estas ilhas como suas próprias bases de apoio a uma campanha militar visando a isolar a grande base japonesa do sudoeste do Pacífico em Rabaul, na Nova Guiné.
Os japoneses, que haviam ocupado as ilhas em maio, foram surpreendidos pelos desembarques de soldados em grande número , que rapidamente ocuparam as ilhas de Tulagi e Florida e um aeroporto em construção em Guadalcanal, chamado pelos norte-americanos de Henderson Field. Entre agosto e novembro de 1942, o exército japonês fez todos os esforços para retomar o aeroporto das mãos dos Aliados. Estas tentativas resultaram em três grandes batalhas terrestres, cinco batalhas navais e contínuas e quase diárias batalhas nos céus das Salomão até novembro, quando o último esforço japonês para desembarcar mais tropas na ilha foi derrotado pelos Aliados.
No mês seguinte, eles abandonaram de vez novas tentativas para retomar o aeroporto e conseguiram evacuar com sucesso a maior parte de suas tropas que ainda lutava em Guadalcanal, deixando definitivamente a ilha em mãos norte-americanas a 7 de fevereiro de 1943.
A partir de Guadalcanal, a Guerra do Pacífico, até então toda de iniciativa japonesa, veria a ofensiva militar passar definitivamente às mãos dos Aliados até a rendição do Japão em 1945.
Oficialmente, a luta terrestre em Guadalcanal terminou em meados de Fevereiro, embora pequenos grupos de japoneses ainda fossem encontrados muito tempo depois. Na verdade, o último soldado japonês, foi capturado em 27 de Outubro de 1947, quatro anos e meio depois de pacificada a ilha e dois anos depois do fim da guerra. O ilha continuou sendo uma base importante para os aliados até o fim da guerra. O "Campo Henderson" 1 foi usado para incursões de bombardeio de longas distâncias e como área de onde as forças terrestres partiam para ataques. A Guerra nas Ilhas Salomão, só terminou em agosto de 1945. Depois de Guadalcanal, os japoneses tiveram de ser expulsos sucessivamente das Ilhas Russel, de Choiseul, e da Nova Geórgia, nas Salomão Ocidental.
A vitória americana na ilha deu-lhe várias vantagens. Os japoneses haviam demonstrado que eram falíveis, sua marinha embora uma força digna de ser levada em consideração, durante anos não apareceu em formação de combate; os americanos ganharam um trampolim para seus saltos pelo Pacífico, alem disto, os japoneses haviam perdido milhares de homens e muito material, bem como centenas de aviões e pilotos insubstituíveis. Depois de Guadalcanal, os japoneses não tornaram a avançar, continuaram lutando ferozmente, mas sempre recuando.

Battlefront - O Ultimo Castelo

As Forças Aliadas conduziram muitos ataques aéreos no Japão durante a Segunda Guerra Mundial, causando vasta destruição às cidades do país e matando entre 241 mil e 900 mil pessoas. Durante os primeiros anos da Guerra do Pacífico, estes ataques se limitaram ao ataque Doolittle, em abril de 1942, e a ataques de pequena escala em posições militares nas Ilhas Curilas, em meados de 1943. Os bombardeios estratégicos no Japão começaram em junho de 1944 e continuaram até o fim da guerra, em agosto de 1945. Unidades táticas aliadas, tanto navais quanto aéreas com base em terra-firme, também atacaram o Japão durante 1945.
A campanha aérea empreendida pelas Forças Armadas dos Estados Unidos contra o Japão começou de fato em meados de 1944 e foi intensificada em durante os últimos meses da guerra. Embora planos para ataques no Japão tenham sido preparados antes da Guerra do Pacífico, estes não puderam começar até que bombardeiro de longo alcanceB-29 Superfortress estivesse pronto para combate. De junho de 1944 até janeiro de 1945, várias aeronaves B-29 posicionadas na Índia foram organizadas através de bases na China para realizar uma série de ataques no Japão, mas este esforço se mostrou malsucedido. A campanha de bombardeios estratégicos foi amplamente expandida a partir de novembro de 1944 quando bases nas Ilhas Marianas ficaram disponíveis como resultado da Campanha nas Ilhas Marianas. Estes ataques inicialmente almejavam instalações industriais, mas a partir de março de 1945 foram dirigidos de maneira geral contra áreas urbanas. Aeronaves decolando de porta-aviões Aliados e das Ilhas Ryūkyū também atingiam alvos no Japão com frequência em 1945, em preparação para a invasão planejada do Japão marcada para outubro de 1945. No início de agosto de 1945, as cidades de Hiroshima e Nagasaki foram obliteradas por bombas atômicas.
As forças armadas japonesas e a defesa civil foram incapazes de deter os ataques Aliados. O número de caças e armas de defesa antiaérea designados para tarefas defensivas nas ilhas domésticas foi inadequado, e a maioria destas aeronaves e armas tinham dificuldades para alcançar as altas altitudes nas quais os B-29 frequentemente operavam. Insuficiência de combustíveis, treinamento de pilotos inadequado e uma falta de coordenação entre unidades também restringiu a efetividade da força de caças. Apesar da vulnerabilidade das cidades japonesas aos bombardeios incendiários, os serviços de inibição de incêndios não possuíam treinamento e equipamento, e poucos abrigos antiaéreos foram construídos para os civis. Como resultado, os B-29 puderam infligir graves danos às áreas urbanas, sofrendo poucas perdas.
A campanha de bombardeios Aliada foi um dos principais fatores que influenciaram a decisão de rendição do governo japonês em meados de agosto de 1945. No entanto, houve um debate de longa duração sobre a moralidade dos ataques às cidades japonesas, e o uso de armas atômicas ainda é particularmente controverso. A estimativa de baixas provocadas pelos bombardeios mais frequentemente citada é 333 mil mortos e 473 mil feridos. Contudo, existem várias outras estimativas sobre total de fatalidades, que variam entre 241 mil e 900 mil. Além das vidas perdidas, os ataques causaram vastos danos às cidades japonesas e contribuíram para um amplo declínio na produção industrial. Em contraste, as baixas Aliadas foram pequenas.

Battlefront - Operação Mercúrio - A Queda de Creta

A Batalha de Creta (Luftlandeschlacht um Kreta em alemão e Μάχη της Κρήτης grego) iniciou-se na manhã de 20 de maio de 1941, momento em que teve início a Operação Mercúrio (Unternehmen Merkur) e a Alemanha lançou um grande número de para-quedistas na ilha de Creta. Apesar da operação ser considerada um sucesso, as grandes baixas infligidas pelas forças aliadas na tentativa de manter suas posições fez com que a Alemanha não realizasse mais quaisquer outras missões com tropas aerotransportadas.
Em 28 de abril de 1941, o General Kurt Student, Chefe da XII Fliegerkorps (Corpo Aéreo), unidade da Luftwaffe na qual estavam agrupadas todas as forças de pára-quedistas, participou de uma reunião com Hitler e propôs completar a Campanha dos Balcãs, através de uma operação que tomaria a Ilha de Creta com a utilização de forças aerotransportadas. Inicialmente Hitler considerou o projeto muito arriscado, pois até então era algo novo e não testado efetivamente em campo de batalha. Convencido por uma série de argumentos apresentados por Student, acabou autorizando a operação.
O plano alemão, batizado com o nome Mercúrio, consistia em ocupar os aeroportos da costa setentrional, usando três grupos de assalto:
  • Grupo Oeste, comandado pelo General Meindl, se encarregaria de conquistar Maleme;
  • Grupo Central, sob a chefia do General Sussmann, seria lançado em duas investidas; a primeira se apoderaria do porto de Canéia e a segunda do aeroporto de Retimno; sendo este último grupo comandado pelo General Ringel, e teria a seu cargo a captura de Heraclião. A esta força de assalto se seguiriam as tropas de montanha da 5ª Divisão, que seriam desembarcadas pelos Junkers, uma vez que os pára-quedistas houvessem capturado os aeroportos.
    o principio de Junho, toda a ilha estava nas mãos dos alemães. Uma Vitória verdadeiramente excepcional que, no entanto, examinada posteriormente, resultou terrivelmente cara. Foram utilizadas duas divisões, uma de pára-quedistas e outra alpina, num total de quase 23.000 homens. Morreram 3.200 e muitos ficaram feridos, quase todos pára-quedistas. Demasiados para a conquista de Creta! O próprio Hitler ficou tão impressionado que ordenou que os seus valentes pára-quedistas só fossem utilizados em operações especiais e onde a surpresa fosse total.

Battlefront - Bombardeio Da Inglaterra

A Batalha da Inglaterra foi a maior batalha aerea da Historia.
Após derrotar a França, em Junho de 1940, Hitler decidiu por em pratica a Operação Leão Marinho.
Esta operação visava a invasão da Inglaterra. Foi nos céus de Londres que aconteceu a maior batalha aérea da História, a “Batalha da Inglaterra”.
De um lado estava a força aérea inglesa “Royal Air Force” do outro a Força Aérea Alemã “Luftwaffe”.Os pilotos nazistas tinham mais experiência de que os pilotos ingleses. Os ingleses estavam em situação desesperadora por falta de contingente aéreo. Porém, a Força Aérea Britânica estava melhor equipada.
Os ingleses tinham a tecnologia do radar, que era um equipamento de interceptação que permitia conhecer antecipadamente a direção e a altitude de voo das formações inimigas.
Convicto na sua ideia de derrotar Hitler, o líder do Governo Britânico, Winston Churchill, prometeu a vitoria a o povo britânico, nem que para isso fosse preciso “Sangue, suor e lágrimas”.
Para preparar a invasão, a “Luftwaffe”, iniciou a partir de 10 de Julho de 1940, incursões aéreas sobre o território inglês, atacando sem distinção alvos civis e militares. Em menos de 2 meses os alemães já estavam atacando a capital de Londres.
 A Royal Air Force e a artilharia anti-aérea inglesa tornaram a batalha da Inglaterra penosa para os alemães. Ate fins de Outubro de 1940, a Luftwaffe perdeu no combate cerca de 50% dos 2.800 aviões que estavam combatendo na Inglaterra.
Em 15 de Novembro de 1940, os nazistas lançaram um ultimo grande ataque contra a Inglaterra, cerca de 500 bombardeiros despejaram 600 toneladas de bombas sobre o território inglês.
Vendo que os bombardeios alemães não surtiu efeito, Hitler adiou a invasão da ilha inglesa. Com o fracasso na luta aérea contra os ingleses, o Furher passou a sua atenção para a Invasão da União Soviética.
 s números de baixas durante a batalha aérea na Inglaterra foi sofrível para os ingleses, os bombardeios alemães tiraram a vida de 14 000 pessoas e deixaram outras 20 000 feridas.
A Royal Air Force perdeu cerca 1000 aviões, já Luftwaffe perdeu cerca de 2 300 aviões. Winston Churchill, comentando o grande combate falou a seguinte frase: “Nunca no campo de conflitos humanos, tantos deveram tanto a tão poucos“.

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